Archive for agosto, 2009

Imagens do apocalipse para imprimir e colorir- parte 2

image

image

Apoc. 7.1: Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma.

image image

image image image

Anúncios

Leave a comment »

Segredos de Família

O dia-a-dia de uma família de Nazaré, a carpintaria de José e a escola em que Jesus estudou.

Referências: Lucas 2:51 e 52 [Isaías 53:7-12].

…………………………………………………………………

Verso Para Memorizar

O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente.

Mateus 20:28

Mensagem Central

Servimos a Deus quando servimos o nosso próximo.

…………………………………………………………………

O perfume da madeira ainda verde era o primeiro

cumprimento que os clien­tes recebiam ao entrar na carpintaria da cidade. O carpinteiro ficava num canto do salão, com um pedaço de carvão atrás da orelha. Para garantir a precisão e a rigidez de todo o conjunto, ele media cuidadosamente antes de ajustar a tampa da mesa às pernas, com travas nos encaixes. Com um leve assobio, o homem sorria  enquanto se afastava para admirar o trabalho: cada parte combinando, os cantos se encontrando com precisão e as pernas per­feitamente equilibradas.
Era sempre assim na carpintaria de José. Ele era um homem honesto, que fazia tudo com carinho, como se estivesse fazendo para si
mesmo. Se um cliente pedisse um móvel de cedro, era cedro o que teria, e não outra madeira mais barata.
Imagine Jesus como um jovem rapaz, levantando cedo e Se preparando para o dia.
Ele lavava o rosto e Se vestia, enquanto contava ao Pai celeste os desafios que teria que enfrentar durante o novo dia. Após o desjejum, imageJesus ia para trás da casa, onde ficava a carpintaria de José. O que você imagina que Ele fazia na carpintaria todas as manhãs? Talvez preparasse as ferramentas que seriam usadas naquele dia.
Ou pode ser que separasse as madeiras que seriam utilizadas. Talvez, Ele atendesse aos primeiros clientes que aguardavam em frente à carpintaria.
Embora fosse muito dis­tinta, a família do carpinteiro não era rica. É de surpreender, inclusive, que fossem parentes do famoso rei Davi que morre­ra fazia muito tempo.
Havia outras particularida­des com essa família que as pessoas da cidade estranha­vam, mas que acabavam ape­nas aceitando como evidência de sua pobreza. O Filho mais novo não ia à escola. Em vez disso, recebia aulas em casa, da própria mãe.
A mãe do Menino conta­va às amigas que a mente de seu Filho era como uma esponja, absorvendo tudo o que ela Lhe dizia. Eles iam à sinagoga todos os sábados, e, durante a semana, dis­cutiam as histórias da Cria­ção, de Noé, do Dilúvio, de Abraão e Isaque, de Moisés, da libertação do Egito e de como deve ter sido passar por todas essas coisas.
O Menino fazia perguntas profundas para as quais a mãe nem sempre tinha res­postas. Quando isso acontecia, pode ser que ela O tenha aconselhado a escrevê-Ias e guardá-Ias para quando tivesse 12 anos. Naquela oca­sião, eles iriam a Jerusalém para comemorar a Páscoa. Lá, Ele teria oportunidade de fazer todas as perguntas que quisesse aos sacerdotes e doutores da lei. Contudo, havia alguns segredos que essa família mantinha guardados. Eram segredos inacreditáveis e que não podiam ser compartilhados com os vizinhos. Eram histórias de visi­tas de anjos e pastores, reis mui­to ricos seguindo uma estrela – evidências da orientação e do cuidado de Deus.
A mãe do Menino pode até ter Lhe contado que José não era Seu pai bioló­gico! O nascimento de Jesus em Belém havia sido predito anos antes de Ele haver nascido. Na sinagoga, quan­do era lido um verso de Isaías
predizendo a vinda do Messias, Sua mãe deve ter pedido que Ele prestasse muita atenção.
Cuidadosamente, essa mãe fez o seu melhor para edu­car e criar o Filho de Deus. Ela guardou com cuidado o segredo de que Ele era o Messias que todos aguardavam, o futuro Rei dos reis e Senhor dos senhores. Isso era necessário, até que chegasse
a hora certa. Deus escolheria
o tempo e a forma correta de impressionar os corações a respeito dessa grande verdade.
Até então, a melhor forma de o Fi­lho de Deus aprender a ser um bom Rei, era viver como as pessoas simples, para que pudesse entender os desa­fios que todos tinham que enfrentar.
Jesus era um bom aluno e um jo­vem gentil. Não apenas tinha amigos de Sua idade, mas mesmo os adultos de Sua cidade O amavam. Você con­segue adivinhar por que era assim? Porque Ele tratava a todos como gostaria de ser tratado – da mesma forma que Seu pai terrestre tratava os clientes da carpintaria.

Continue lendo »

Leave a comment »